Muchos hemos tenido ese amigo o amiga que, durante la adolescencia, mentía a sus padres sobre dónde iban a estar un viernes o un sábado por la noche. En lugar de estar ?en casa de María viendo una película? intentaban entrar en alguna discoteca para mayores de edad.
Muitos de nós tivemos aquele amigo que, durante a adolescência, mentiu para seus pais sobre onde eles iam estar em uma sexta-feira ou em um sábado à noite. Em vez de estar "na casa da Maria assistindo a um filme", eles estavam tentando entrar em alguma discoteca adulta.
Este panorama parece que ha cambiado: los jóvenes pertenecientes a las nuevas generaciones prefieren poner excusas a sus amigos para pasar las noches de los fines de semana en casa. Al parecer, se trata de una cuestión generacional: en general los más jóvenes salen menos de fiesta.
Este panorama parece ter mudado: os jovens das novas gerações preferem dar desculpas para seus amigos para passarem as noites de fim de semana em casa. Aparentemente, esta é uma questão geracional: em geral, os mais jovens são os que saem menos.
Según una encuesta realizada por Berenberg Research en 2018, las generaciones más jóvenes consumen menos alcohol. La tendencia empezó con los millennials, los primeros en llegar a la mayoría de edad en el nuevo milenio (los nacidos entre 1981 y 1996).
De acordo com uma pesquisa da Berenberg Research de 2018, as gerações mais jovens consomem menos álcool. A tendência começou com a geração do milênio, a primeira a chegar à maioridade no novo milênio (aqueles nascidos entre 1981 e 1996).
Sin embargo, son los miembros de la Generación Z (nacidos a partir de 1997) los que marcan la diferencia. En la actualidad, solo un 30,2% de los jóvenes en torno a los 17-18 años reconocen consumir este tipo de bebidas, frente al 54% que lo hacía en 1991, reflejan los datos del Pew Research Center.
No entanto, são os jovens da Geração Z (nascidos a partir de 1997 em diante) que fazem a diferença. Hoje, apenas 30,2% dos jovens com idades entre 17-18 anos admitem que consomem este tipo de bebida, em comparação com 54% em 1991 que consumiam, são os dados do Pew Research Center.
No solo es el consumo de alcohol. Existe una disminución de las actividades consideradas como adultas entre los adolescentes de la generación posmillennial. También prefieren no conducir y tienen menos relaciones sexuales comparado con las generaciones anteriores, revela un estudio llevado a cabo por la Universidad de San Diego y el Bryan Mawe College.
Mas não é apenas o consumo de álcool. Há uma diminuição nas atividades consideradas adultas entre os adolescentes da geração pós-milenar. Eles também preferem não dirigir e têm menos relações sexuais em comparação com as gerações anteriores, revela um estudo realizado pela Universidade de San Diego e Bryan Mawe College.
En general, los miembros de la Generación Z prefieren quedarse sentados en casa que salir a la calle, apunta esta investigación. ¿Y la clave de su entretenimiento? Las redes sociales.
Em geral, são os jovens da Geração Z que preferem ficar sentados em casa do que sair na rua., aponta esse estudo. E o seu entretenimento princial? As redes sociais.
Expresar emociones a través de emojis. Existe una mayor tendencia a ?encerrarse en casa con la tecnología?, explica Mercedes Bermejo, psicóloga juvenil y de familia.
Expressar as emoções a través de emojis. Existe uma maior tendência a ?fecharem-se em casa com a tecnologia?, explica Mercedes Bermejo, psicóloga juvenil e da família.
Esto hace que ?los jóvenes estén dejando de desarrollar las competencias emocionales
para relacionarse con otras personas?, indica la experta, quien añade que parecen haber perdido el interés por expresar sus emociones o ver cómo están los demás: ?Ahora si estás
triste no lo comunicas, simplemente pones un emoji con una carita?.
Isto faz com que ?os jovens estejam deixando de desenvolver as competências emocionais para se relacionar com outras pessoas?, indica a expert, que inclui que parece que tenham perdido o interesse em expressar suas emoções ou em saber como estão os demais: ?Agora se estão tristes não o dizem, simplesmente usam um emoji com uma cariña?.
Se nota en las consultas de los especialistas: ?Efectivamente, hay cada vez más casos de adolescentes con tendencia al aislamiento?, afirma la psicóloga. ?Es lo que se conoce como hikkomori, un término japonés que se refiere a los jóvenes que se desconectan de la realidad?.
Percebe-se nas consultas dos especialistas: ?Efetivamente, cada vez mais há casos de adolescentes com tendência ao isolamento?, afirma a psicóloga. ?É o que se conhece como hikkomori, um termo japonês que se refere aos jovens que se desconectam da realidade?.
?Dejan de salir con sus amigos, de hacer deporte y hasta de ir al instituto?, continúa la experta, quien indica que en España ?hay en torno a unos 200 casos?.
?Deixan de sair com seus amigos, de praticar esporte e até de ir ao colégio?, continua a experta, que menciona que na Espanha ?há em torno de uns 200 casos?.
El problema no está en que no consuman alcohol ?un hábito perjudicial para la salud? o que tengan menos relaciones sexuales, sino en las consecuencias que este aislamiento conlleva para su salud mental, aclara Bermejo. Y los datos la respaldan: enfermedades como la depresión están creciendo entre los más jóvenes.
O problema não está no consumo do álcool ? um hábito prejudicial à saúde ? ou que tenham menos relações sexuais, e sim nas consequências que este isolamento acarreta para a sua saúde mental, aclara Bermejo. E os dados confirmam: doenças como a depressão estão crescendo entre os mais jovens.
Según la Encuesta Nacional sobre Uso de Drogas y Salud de 2017, un 13% de los adolescentes entre 12 y 17 años reconocen haber tenido al menos un episodio depresivo en ese año, frente a un 8% en 2007.
De acordo com a Pesquisa Nacional de Uso de Drogas e Saúde de 2017, 13% dos adolescentes com idades entre 12 e 17 anos admitem ter tido pelo menos um episódio depressivo naquele ano, em comparação a 8% em 2007.
Un problema que va más allá de las familias ?Es importante que todos tomemos conciencia de la gravedad?, dice Bermejo, que añade que se trata de un problema de la comunidad en conjunto y no solo de las familias.
Um problema que vai além das famílias "É importante que todos nós nos tornemos conscientes da gravidade", diz Bermejo, que acrescenta que é um problema da comunidade como um todo e não apenas das famílias.
Aunque son los padres quienes pueden detectarlo: ?Cuando ven que sus hijos pasan más tiempo en lo virtual que en la vida real, cuando no disfrutan de las relaciones sociales, cuando empiezan a tener respuestas hostiles o empiezan a descuidar su higiene?.
Ainda que sejam os pais os que podem identificá-lo: "Quando vêem seus filhos passarem mais tempo na vida virtual do que na vida real, quando não gostam de relacionamentos sociais, quando começam a ter respostas hostis ou começam a negligenciar sua higiene?.
La solución pasa por promover otro tipo de conductas desde la infancia. ?Si, por ejemplo, desde pequeños practican algún deporte de grupo, es más probable que en la adolescencia sigan manteniendo las relaciones con los demás miembros de su equipo.
A solução é promover outros tipos de comportamentos desde a infância. "Se, por exemplo, desde tenra idade eles praticam algum esporte coletivo, eles são mais propensos a continuar a manter os relacionamentos com os outros membros de sua equipe na adolescência?.
También hay que tomar medidas para sensibilizar como charlas, conferencias o seminarios, escuelas de padres y actividades de ocio entre los jóvenes. De lo contrario, ?el aislamiento puede acabar en enfermedades futuras?, concluye la experta.
Devem também ser tomadas medidas para sensibilizar os jovens como conversas, conferências, ou seminários, escola de pais e atividades de lazer entre os jovens. Caso contrário, "o isolamento pode acabar em doenças futuras", conclui.
Nivel: A2 ?B1
Extensión: 700 palabras
Tema: Generación Z: antes mentíamos a los padres para salir, ahora mienten a los amigos
Fecha de publicación: 14 de septiembre de 2019
País de publicación: España
Texto adaptado: https://elpais.com/elpais/2019/09/27/buenavida/1569597592_555709.html
MANUELA SANOJA. 29 SEP 2019
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